domingo, março 25, 2012

Ser Forte

Oi, amigos...

Saudade de isso tudo aqui... estive relendo algumas coisas que escrevi e só me fez sentir mais saudade. O blog completou seus seis anos abandonado. Mas a correria do dia-a-dia impede de que seja como antes.

Quanto a mim, tudo continua da mesma forma: amando quem não me quer, virgem, indo pras baladas da vida sem conseguir chegar em ninguém e sem chegarem em mim, com excessão da penúltima vez que fui há um mês que passaram a mão na minha b***a. :$

Tive alta do psicólogo. Sinto muita falta da terapia, mas ele me disse que eu não tenho mais um estado depressivo e que o que eu procuro agora é tudo consequencia do que eu já consquitei: privacidade em casa, liberdade para sair... aceitação de mim mesmo... Até acho que ele está certo, mas essa consequencia, está demorando um pouquinho pra aparecer.

E por tudo isso, hoje, estou precisando ser forte. Como no texto que deixo abaixo.


Sou forte. Meio doce e meio ácido.
Em alguns dias acho que sou fraco. E bobo.
Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas.
Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. Sou forte sim, mas também choro.
Sou gente. Sou humano. Sou manhoso. Sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez.
Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para a frente.
E quero continuar errando, pois jamais serei perfeito (ainda bem!).
Tampouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu.
Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no peito, tremedeira nas pernas.
Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de jeito quando insisto em algo que não dá resultado.
Quero aprender e, ainda assim, continuar criança.
Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz. Quero sentir cheiro de grama cortada e café passado. Cheiro de chuva, de flor, cheiro de vida.
Aprecio as coisas simples e quero continuar descomplicando o que parece complicado.
Se der pra resolver, vamos lá! Se não dá, deixa pra lá.
A vida não é complicada e nem difícil, tudo depende de como a gente encara e se impõe. Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada.
Não quero saber tudo e nem ser racional.
Quero continuar mantendo o meu cérebro no lugar onde ele se encontra: meu coração. E essa é a melhor parte de mim.
(Clarice Côrrea)

Beijo!

1 Comments:

At 12:26 AM, Blogger Leo Carioca said...

Bom, só tem uma coisinha aí que eu não entendi: você disse que vai pra balada e não rola nada mais direto com ninguém, mas você também disse que já rolou uma ´mão boba`, né?rs
Então, acho que você já chegou num ponto em que nada mais impede que role alguma coisa mais direta.
Então, o que eu não entendi foi o seguinte: você não consegue fazer com que role alguma coisa; ou você tá com medo de que role alguma coisa?
Se for medo, tudo bem. É normal ter um certo medo do sexo antes de rolar pela 1ª vez. Mas aí a saída é encarar mesmo. Na 2ª vez já vai ser mais fácil, pode crer.
Mas se você tá tentando de todas as formas ir pro sexo e não tá conseguindo, aí é o caso de você pedir pra dar mais uma palavrinha com o psicólogo. Porque aí pode ser que você teja com algum bloqueio psicológico em relação a sexo e não teja percebendo.
Mas eu vou dar uma dica a você: se rolar uma ´mão boba`, corresponda com outra ´mão boba` também. Aí geralmente a coisa acaba bem.rsrs
Abração!

 

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